|
|||||||||||||
|
Home
>
Projeto Ecoteca
>
A Ecoteca
A Ecoteca
A ECOTECA é um projeto de responsabilidade social da Duke Energy, implantado pela BEÏ Comunicação, cujo principal objetivo é promover a leitura entre a população de cidades ao longo do rio Paranapanema (SP), onde a empresa concentra a sua atuação.Inspirada pela meta de "pensar globalmente e agir localmente" a ECOTECA conta com o apoio das diversas Secretarias Municipais da Educação e Prefeituras locais para realizar oficinas, cursos e eventos de valorização da leitura, nos municípios do vale. Uma van percorre as cidades, instala-se em espaços públicos e oferece à população uma biblioteca de títulos variados, ao mesmo tempo em que promove rodas de leitura animadas por contadores de histórias. Os contadores desenvolvem a arte da narrativa e da leitura compartilhada, capaz de despertar o interesse e o prazer de ler nos participantes. Os títulos escolhidos envolvem tanto livros de ficção quanto paradidáticos, em que adultos e crianças encontram narrativas sobre animais, plantas e ecossistemas, além de contos, lendas e poesia. Outro objetivo do projeto é a formação de contadores de história locais, por meio de oficinas desenvolvidas para capacitar educadores e outros interessados a estimularem a leitura, não só junto à rede pública de ensino, mas também junto à comunidade onde estão inseridos.
Por que o estímulo à leitura?Ler para entender melhor os mecanismos que regem o mundo e que organizam o modo de vida das pessoas. Não é ingênuo afirmar que viajamos por meio da leitura, que mergulhamos em universos inusitados e que, anteriormente à TV e ao avião, a literatura já diminuiu as distâncias do mundo. Leitores, leitura e literatura estão na essência da química que tenta desvendar o mundo construído de documentos escritos pelo homem. Desvendar este mundo escrito tem facetas e objetivos diferentes. Lê-se pelos motivos mais variados: para ampliar os conhecimentos, por prazer, por diversão, para se emocionar, para transmitir dados ou por necessidade prática em dados momentos da vida.
Ler para viverÉ assim, de maneira radical, que o escritor francês Gustave Flaubert define, em 1857, o ato da leitura. Desde então, os atos e os motivos de leitura sofreram inúmeras e profundas transformações. O livro, que já foi instrumento de poder, de sedução e até de perseguição, parece estar destinado a coexistir com sentimentos apaixonados. É possível, portanto, fazermos uma releitura da afirmação de Flaubert quando afirmamos que a inserção social se faz hoje, também e fortemente, por meio da leitura. Pertencemos a uma sociedade letrada, onde é preciso ler seus códigos, suas leis, sua regras, suas histórias. Ler para pertencer. É possível e necessário ler em qualquer movimento da sociedade. A leitura não tem contra-indicação.
O equilíbrio entre as pressões financeiras (leia-se retorno aos acionistas), de um lado, e os crescentes desafios da sustentabilidade, de outro, tornou-se um desafio ao qual as empresas não podem mais se furtar.
Em 1993, na época da criação do World Business Council for Sustainable Development, foi lançado o conceito da “empresa socialmente responsável”. Empresa socialmente responsável é aquela que tem compromisso com sua contribuição ao desenvolvimento econômico sustentável, trabalhando junto com seus funcionários, suas famílias, a comunidade local e a sociedade como um todo, para melhorar sua qualidade de vida. (Marques, 2003) É importante ressaltar que responsabilidade social não é apenas o que a empresa investe em ações externas. “O que se considera como gestão da sustentabilidade e responsabilidade corporativa é a ação social incorporada à estratégia da organização, que se baseia num triple bottom line: uma empresa que seja viável economicamente; tenha uma postura socialmente responsável em tudo o que faz e seja respeitosa ambientalmente” (Marques, 2003). Segundo Melo Neto e Froes (2001), a responsabilidade social é um tema amplo e, por conseguinte, conceitualmente complexo. Resumidamente, de acordo com estes autores, três são as suas dimensões: (1) Valores - econômicos, sociais, culturais, religiosos; (2) Ações: práticas que vão da doação simples a ações de implementação de programas e projetos sociais, ações sociais, educacionais, culturais, de saúde, emprego e segurança; e (3) Relações: relações com clientes, parceiros, governo, associações e organizações não governamentais (ONGs). Ao se combinarem estas três dimensões pode-se identificar as diferentes visões associadas à responsabilidade social corporativa. Entre elas a responsabilidade social como um conjunto de valores; a responsabilidade social como comportamento ético das empresas; a responsabilidade social associada à estratégia empresarial (comunicação, relacionamento, recursos humanos, marketing institucional, valorização de produtos, serviços, ações e da marca da empresa); a responsabilidade social de desenvolvimento da comunidade e fator de integração, como promotora da cidadania e do exercício da consciência ecológica. Em síntese, embora responsabilidade social não seja uma atividade ou uma prática definida precisamente, existe atualmente um senso comum de associar responsabilidade social com ética. O exercício de responsabilidade social pressupõe a adoção de um comportamento ético pela empresa. Ético na forma de pensar o negócio, em suas estratégias, em suas ações e em suas relações com governo, parceiros, comunidade, consumidores, concorrentes e meio ambiente. |
|||||||||||||
|
|||||||||||||